segunda-feira, 5 de março de 2012

Rei Salomão - Quem é a mãe?




Você gostaria de ser rei?
Então você poderia morar num lindo palácio e ter muitos servos. Poderia passear numa carruagem bonita pelo país. Então você levaria uma coroa de ouro na cabeça. Então poderia ganhar tudo que quisesse. Não seria maravilhoso, isso?
Sim, mas será que você também pode ser rei? Um rei deve cuidar de toda a gente do país inteiro. Ele deve cuidar que todos sejam felizes Ele deve ser muito sábio e inteligente, do contrário não pode ser um bom rei.
Não deseje ser rei! Parece ser muito bonito, mas não é tão bonito.
Muitas vezes é bastante difícil!
Salomão também achava muito difícil ser rei!
Ele era um filho do rei Davi. E Davi tinha morrido. E agora ele tornou se rei no lugar de seu pai.
Mas Salomão não ficou contente com isso. Pois ele queria ser um bom rei. Queria cuidar bem de todas as pessoas, de todo o povo de Israel. O povo de Israel tornara se enorme e ele próprio ainda era tão jovem.
Salomão pensou: Esse cargo e muito difícil para mim. Não sou sábio e inteligente. Ainda não posso ser um bom rei.
E por isso todos os dias ele andava com cuidados e receios.
Mas certa vez aconteceu alguma coisa maravilhosa.
Salomão tinha oferecido um sacrifício ao Senhor. Depois foi dormir. E enquanto dormia, Deus falou com ele.
Deus disse: "Salomão, Eu quero dar-te alguma coisa. Tu podes escolher o que gostarias de ter. E seja o que for que escolheres, tu o receberás!".
Salomão achou isso maravilhoso. Que devia ele escolher agora?
Que ficasse rico? Ou que se tornasse forte e poderoso? Ou que tivesse uma vida longa?
Não, nada disso. Salomão só pensou em que ele tanto queria ser um bom rei.
E pediu: "Senhor, dá-me um coração sábio, para que eu possa ser um bom rei".
O Senhor disse: "Essa é uma boa escolha, Salomão. Far-te-ei ser tão sábio e inteligente como nunca homem algum o foi. E por teres feito uma escolha tão boa, vou fazer-te também rico e forte e poderoso. E se fores sempre obediente, dar-te-ei também uma vida longa."
Aí Salomão acordou.
E agora já não sentia mais cuidados e receios.
Agora achou bonito ser rei, porque sabia que seria um rei bom.
Certa vez, o rei Salomão estava em seu palácio. Aí entraram duas mulheres. Elas tinham uma questão entre si. E agora o rei tinha que dizer qual delas tinha razão.
Cada uma das mulheres tinha um filho.
Uma dessas crianças olhava para o mundo com olhos risonhos. Estava viva e sadia. Mas a outra criança tinha os olhos fechados e jazia quieta e pálida nos braços da mulher. Esta criança estava morta.
"A criança viva pertence a mim", disse uma das mulheres.
"Isso não é verdade, é minha", disse a outra.
Salomão disse: "Contem-me tudo."
E uma das mulheres contou: "Oh rei, ela e eu moramos juntas numa casa, e dormimos no mesmo quarto, e cada uma tem uma criança. Mas esta noite morreu uma das crianças. O filho dela morreu, rei. A criança morta é a dela, e a criança viva é a minha."
Mas a outra mulher disse: "Não, a criança viva é minha, e a morta é dela."
"Eu quero a criança viva, porque sou a mãe", gritou uma.
"Não, eu sou a mãe, eu quero a criança", gritou a outra.
Assim estavam todos ali e ninguém sabia quem tinha razão. Mas Salomão tinha que saber. Ele devia dizer quem iria ganhar a criança viva.
Salomão perguntou: "Então, vocês querem ambas ter a criança viva?"
"Sim, rei", falou uma.
"Sim, rei", falou a outra.
E então Salomão disse uma coisa estranha, com a qual todos se assustaram. Ele falou: "Pois bem, então vamos cortar a criança viva pelo meio, então cada uma de vocês receberá a metade".
Não era o plano do rei de fazer realmente isto. Mas ele disse isso com muita seriedade, ele fez de conta como se fosse tal seu plano. Ele chamou um empregado com uma grande espada e disse: "Corte a criança pelo meio".E o empregado pegou a criança e levantou a grande espada. Mas então uma das mulheres começou a chorar amargamente.
"Não faça isso!" gritou ela. "Não faça nenhum mal à criança! Só quero que meu filho continue vivo!".
Mas a outra mulher não se afligiu pela criança. Ela disse: "Bem, corte-a pelo meio, então nós duas não temos nada".
Aí o rei sabia quem era a mãe. Ele disse: "Dê a criança à primeira mulher, porque ela a ama. Esta é a mãe".
E a mulher recebeu a criança viva e, feliz, foi para casa com o filhinho no braço.
E todos diziam: "Como é sábio e inteligente o nosso rei!"
Salomão ficou sendo rei por muito tempo. Ele cuidou bem de seu povo. Ele fez as pessoas de sua terra viverem felizes,
Ele também construiu um lindo templo. Isso era uma casa para Deus, o Senhor, uma igreja bem grande. E para este bonito templo vinham as pessoas de todo o país, para oferecer sacrifícios e fazer oração.

Dia da mentira -trabalhinho para falar sobre a mentira e os males que ela faz.

Esse trabalhinho pode ser usado antes de começar a aulinha sobre o tema Mentira. Serve para a criança se expressar e abrir um canal para a história e como se aplica a Palavra de Deus ao tema.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Dia da mentira - 1º de abril - Tia Helenita

Olá pessoal!
Recebi hoje de presente esta história da Tia Helenita e gostaria de compartilhar com vocês!
Assim que eu conseguir postarei os desenhos, ok?
Uma mentira puxa outra  (figura 1)

História Educativa que ensina as crianças a falarem sempre a verdade

  – Por que você chegou atrasada hoje, Judite? – perguntou a professora bondosamente.
     Judite ficou envergonhada. Como poderia ela contar para a professora que havia ficado brincando no parquinho novamente?
(figura 2) – Um carro me cobriu de lama – disse ela com hesitação.
      Aí está. Já estava feito. Disse uma mentira. Mas não foi muito grande, pensou ela. Bem poderia ter acontecido realmente.
     – Lama? – havia um tom de surpresa na voz da professora. Então Judite caiu em si. Já fazia semanas e semanas que não chovia.
        (figura 3) – Bem, a senhora sabe, o sr. Toninho deixou a mangueira escorrendo na rua e fez uma poça de lama – explicou Judite.
         “Com essa já são duas mentiras” – pensou ela. “Oh, queria tanto que a professora não fizesse mais perguntas...”
           – Mas seu vestido... não está sujo de lama – ia dizendo a professora.
          – Tive que voltar para casa para trocar de roupa – disse Judite sem querer. E disse consigo mesma: “três mentiras!”
          – Mas como você conseguiu entrar em casa?
              “Puxa vida” – pensou Judite – “esqueci que a professora sabe que a mamãe foi hoje à cidade e não está em casa. O que vou dizer agora?”
          – Bem... - Judite podia ver que a professora esperava pela resposta.
               (figura 4) – Bem... sim, não fui para minha casa – disse ela, julgando-se um tanto esperta. – Fui à casa da minha prima Dulce e lhe pedi um vestido emprestado. Por isso que demorei tanto, é bem mais longe.
        – Vejo – replicou a professora. – Você cresceu bastante para poder vestir roupas da Dulce, não é?
         Judite estava quase chorando. Nada dava certo. Se tão somente não tivesse pronunciado aquela primeira mentira! E por que não havia se lembrado que Dulce era bem gorda?
         – Este é um de seus vestidos mais antigos – balbuciou ela.
         – Dulce deve ter crescido muito depressa – disse a professora, rindo. – Este vestido está como novo! Até parece que não foi lavado nenhuma vez!
          Então Judite rompeu em pranto.
           (figura 5) – Oh! É tudo mentira! – disse ela, soluçando. Estive brincando no parquinho, igual ao outro dia, mas fiquei com vergonha de que a senhora soubesse.
            (figura 6) – Minha querida Judite, eu já sabia que você estava brincando – explicou a professora. – Eu também quase cheguei tarde, e vi você... Você nunca me disse uma mentira antes, não é verdade?
          – É verdade, eu nunca disse uma mentira – respondeu Judite. E estou arrependida de ter mentido agora. Mas nunca pensei que teria que dizer cinco mentiras para sustentar a primeira...
          – Eu fiz muitas perguntas a você, querida, para que você visse o que sempre acontece com os mentirosos. (figura 1) Uma mentira puxa outra, e logo você tem uma interminável cadeia de mentiras.
           É assim que acontece, crianças. Sempre que você disser uma mentira, vai precisar dizer muitas outras para manter a primeira. As mentiras são como os elos de uma corrente: uma puxa a outra
           Peça a Jesus que o ajude a sempre falar a verdade, a jamais falar uma mentira sequer.




sábado, 12 de novembro de 2011

A importância do perdão

A importância do perdão. 

Lucas entrou em casa batendo os pés, muito nervoso.

- Papai, estou com muita raiva. O Rodrigo não podia ter feito aquilo comigo. Ele me humilhou na frente dos meus amigos. Desejo tudo de ruim para ele...

- Venha cá, Lucas, vamos até o quintal, quero lhe mostrar uma coisa, disse o pai.

O pai de Lucas pegou um pano branco que tinha guardado, pendurou-o no varal e lhe disse.

- Agora, pegue aquele saco de carvão no celeiro e traga-o aqui.

Lucas trouxe o saco de carvão e o pai lhe explicou.

- Filho, faz de conta que aquele pano branco é o seu amigo e que cada pedaço de carvão é algo ruim que você deseja a ele.

O menino não entendeu muito, mas começou a atirar os pedaços de carvão no pano branco e gostou da brincadeira. Como o pano estava meio distante, tinha que fazer um bom esforço para o carvão alcançá-lo. Depois que atirou quase todo o saco de carvão, já cansando, foi até onde o pai estava.

- Já parou, Lucas? Agora venha aqui.

E o pai levou-o até o espelho em seu quarto. Que susto! Só se viam os olhos e os dentes. Estava que era puro carvão, todo sujo!

O pai levou-o de volta até o quintal e lhe disse:

- Lucas, olhe agora para o pano branco lá no varal. Você só conseguiu fazer alguns riscos nele, mas o carvão sujou você todo.

A vida é assim... Por mais que a gente queira prejudicar alguém com os nossos pensamentos, eles são como a fuligem do carvão. Você atira, mas a sujeira fica toda em você. Pouco alcança a outra pessoa. Portanto, perdoar as ofensas faz bem a nós mesmos!

Fonte:departamentoinfantilpj.blogspot.com

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Zé Coração


Este é o Zé Coração.
Vocês sabem por que ele tem esse nome?
É porque o seu rosto tem o formato de coração.
Ele é um menino mal humorado, por isso, não tem amigos.
Ele vive triste pelos cantos.
Ele tem olhos tristes.
Seus olhos só vêem o defeito dos seus colegas.
Ele não acha nada bonito.
Para ele, o mundo e a vida são horríveis.
Nada nunca está bom.Ele não se alegra com nada.
Qualquer coisa é motivo de choro, reclamação , murmuração.
Seus ouvidos também são tristes.
Ele só gosta de ouvir piadas picantes, indecentes, zombarias e palavrões.
Da sua boca, só saem palavrões, mentiras... .
Ele fala mal de todos, põe defeito nos colegas... ele é malcriado,responde com desrespeito aos professores, aos pais , qualquer pessoa que fale com ele , vem logo uma resposta malcriada.
Ele não respeita ninguém.
Ele nunca tem tempo para ajudar alguém.
Além disso, ele também só chega atrasado nasaulas.
Ele não ta nem aí pra nada,......só pensa nele.
Seus pés, como todo o seu corpo, também é triste .
Eles vão a lugares que não agradam a Deus.
Eles costumam ser usados para fazer os colegas tropeçarem e para praticarem coisas más.
E suas mãos? Delas também só sai tristeza.
Zé as usa para roubar coisas de seus colegas ou para bater e machucar alguém .
Os professores já não sabem o que fazer com ele.
Seus pais vivem tristes por isso.
Embora já tenha sido expulso de várias aulas e já tenha freqüentado muitas escolas, Zé Coração não se corrigiu.
Ele não toma jeito, não.
Um dia, apareceu em sua escola, um menino chamado Beto.
Beto era um menino feliz e ao contrário de Zé Coração,gostava de fazer amizades, conversar com todo mundo e principalmente ajudar a quem precisa.
Ele era sensível, amigo e por ser muito simpático, Beto logo conquistou a amizade de Zé.
E, num instante, Beto já estava falando de Jesus e do amor de Deus para o Zé.
Ele até mostrou um versículo na Bíblia, que dizia:“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que n’Ele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Beto mostrou a Zé Coração, que o amor de Deus por ele e por toda a humanidade havia sido tão grande, que Ele enviou Seu único filho, Jesus Cristo, para morrer numa cruz pelos nossos pecados, nossos erros. E aquele que crer no sacrifício de Jesus não apenas terá vida eterna, mas terá também uma vida com objetivos, uma vida mais feliz.
Zé Coração sentiu o amor de Deus por ele, reconheceu as coisas erradas que fazia, e ele resolveu entregar sua vida a Jesus Cristo, pedindo-lhe para mudar, totalmente, o seu modo de ser.
E Jesus ouviu o pedido de Zé, transformando sua vida.
Agora, ele é um menino feliz.
Agora, Zé Coração tem tempo para ajudar aos outros.
Além disso, ele passou a chegar cedo na escola.
Ele fez muitos amigos.Os seus olhos, agora, enxergam o mundo lindo que Deus criou.
Zé, agora, sabe ver as qualidades dos outros .
E quando ele percebe algum defeito , ele ora ao Senhor para que realize mudanças na vida daquele amigo, assim como o Senhor mudou a vida dele.Ele também gosta de ouvir só coisas boas.
Os seus ouvidos estão sempre alegres, agora.
Os seus pés passaram a andar só em lugares que agradam a Deus.
Eles também são alegres.As suas mãos, agora, vivem dispostas a ajudar os outros.
E ele já não tira mais nada dos outros.
Suas mãos são alegres.
Quanto à sua boca, dela, hoje, só saem palavras agradáveis, de estímulo e companheirismo.Hoje, todos notam a transformação que Jesus fez na vida de Zé.
Seus colegas e professores tornaram-se seus amigos e Zé, passou a ter, agora, uma vida repleta de sentido, uma vida cheia de razão, feliz.“Entregue sua vida a Jesus e tenha uma vida transformada, como a vida de Zé Coração.”
Fonte : escoladominical.net